sábado, 26 de dezembro de 2015

Melhores Filmes de 2015

O ano está chegando ao fim, e como fiz no ano passado posto minha lista dos 10 melhores filmes de 2015. Como sempre, aviso que alguns haviam sido lançados nos Estados Unidos em 2014, mas aqui em 2015. Além dos 11 filmes, posto também a lista completa de filmes que pude assistir, lançados este ano no Brasil. Acompanhados de pequenos comentários. Um excelente 2016 pra vocês!

Mad Max-Estrada da Fúria:
O que dizer de Estrada da Fúria? O novo filme da série Mad Max, não apenas ressuscita dos mortos o universo ozploitation de George Miller, como também introduz uma nova mitologia do pós apocalipse australiano. Como o reino do Czar do inferno, Immortan Joe, e a musa Furiosa. Essa última, tendo mais destaque que o próprio Max. Não vou falar muito mais, só assista (mas se quiser saber mais da minha opinião, clique aqui pra ler a crítica).



Star Wars-O Despertar da Força:
Eu ia publicar o top 10 de melhores filmes de 2015 antes, porém aguardei o novo Star Wars. Eu não conseguiria fazer este post sem ter certeza que o longa era digno. Valeu a pena a espera: O Despertar da Força é incrível. Além de trazer uma nova gama de personagens fantásticos (Rey- nova musa dos nerds, Finn-o fã dentro do filme, Kylo Ren-vilão tão fantástico quanto Darth Vader), ainda traz todo o espírito dos filmes anteriores. Coisa que nem George Lucas conseguiu com seus horríveis prequels. Sem mais, um dos melhores filmes de 2015.



Kingsman-Serviço Secreto:
O ano de 2015 foi marcado pelos filmes de espionagem. O novo Missão Impossível, o novo 007, O Agente da U..N.C.L.E chegaram nos cinemas muito próximos um do outro. O que mais se saiu bem, foi Kingsman. Adaptado por Matthew Vaughn (Kick-Ass, Stardust) de um quadrinho de Mark Millar, o longa mesclou com eficiência ação, comédia, classe e violência em doses fartas. E trouxe um dos personagens mais fantásticos do ano: Galahad. Interpretado magnificamento por Colin Firth, o personagem é a epítome do 007: um cavalheiro, que sabe ser mortal. Mas sem perder a classe. Quer mais uma prova que Kingsman é um filme ótimo? Veja a sequência de ação na igreja. Você não irá se arrepender.




Birdman:
Ganhador do Oscar de melhor filme, Birdman é um filme sobre a natureza da arte. Um ator esquecido que fez muito sucesso ao interpretar um super-herói no cinema (Michael Keaton), busca alçar novo voo adaptando uma peça de Raymond Chandler. Pra isso, precisará superar alguns obstáculos. Como a desaprovação de sua filha (Emma Stone), uma crítica cruel, e seu ego (representado na forma do super-herói que interpretou nos anos 80). Birdman é um filme que tem muitos méritos, a direção de Alejando Gonzalez Inarritú, a fotografia de Emanuel Lubezki (que simula um plano sequência que dura todo o filme), a atuação fantástica de Michael Keaton (que injustamente perdeu o Oscar de melhor ator). Na maioria das vezes, o Oscar erra feio nas premiações. Na edição em que premiaram Birdman, acertaram em cheio.



Whiplash:
Um diretor estreante, um jovem ator promissor, um ator veterano que nunca recebeu a chance pra brilhar. Esses são os ingredientes que fizeram Whiplash ser a obra-prima que é. Um conto sobre ambição, sacrifício, sociopatia, perdição. A grande verdade é que dos filmes do Oscar, Whiplash foi o único em que todos foram unânimes: é uma obra-prima. Damien Chazelle dirige o filme praticamente como um maestro, J.K Simmons é uma força da natureza (fazendo o rígido sargento de Nascido Para Matar, parecer um coelhinho), e Miles Teller se confirma como um astro com um belo caminho pela frente.





Boyhood:
Nem todos gostaram do novo longa de Richard Linklater, e  não os culpo. Boyhood não é pra todo mundo. Porém, ainda é uma produção audiovisual impressionante pelo seu formato. A produção foi um verdadeiro desafio (imagine filmar uma vez por ano, ao longo de DOZE anos), por vezes as crianças não queriam mais atuar, o próprio Linklater começou a perder fé no projeto, uma série de fatores que poderiam comprometer o resultado final. Agora a verdadeira pergunta: qual o grande atrativo de Boyhood? Capturar momentos tão preciosos na vida de qualquer um. Coisas simples como ser zoado na escola por um corte de cabelo ridículo, até algo que parece absurdamente pesado como o término de um namoro. Além do grande diferencial, que é poder ver num espaço de três horas alguém crescer. Não falarei muito mais porque escrevi a crítica sobre na época do lançamento, mas finalizando: Boyhood é um filme que merece ser visto.




O Predestinado:
Apesar de lançado diretamente em blu ray, O Predestinado é um filme que merece ser conferido por uma série de razões. O principal: é um filme de viagem no tempo que não apela pra clichês. Inclusive, subvertendo o conceito que tantos filmes inseriram. Não irei expor a trama, pra que as surpresas não sejam estragadas. Direi apenas que o filme é baseado num conto de Robert Heinlein, chamado All You Zombies (não, não tem zumbis). E é a resposta pra eterna dúvida, quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Se você gosta de ficção científica, ou simplesmente de finais surpreendentes/chocantes, garanto que vai gostar.




Foxcatcher:
Pra quem acha que comediantes não sabem atuar, Foxcatcher prova o contrário. Aqui, Steve Carell interpreta o excêntrico e assustador milionário John Dupont. Que tinha fixação por luta olímpica, chegando a patrocinar o time norte-americano de atletas. O filme narra seu envolvimento com os irmãos Schultz (interpretados por Channing Tatum e Mark Ruffalo).Atletas que relutantemente aceitam participar do time Foxcatcher. Pra quem busca um drama competente, com atuações impressionantes (todo o elenco está bem, da performance assustadora de Steve Carell até a atuação contida de Mark Ruffalo), e um brilhante estudo de personagens (repare como que a luta silenciosa dos irmãos Schultz, diz tudo sobre a relação dos dois sem ser dita uma palavra), busque Foxcatcher. Garanto que não sairá de sua cabeça por um bom tempo.



Tomorrowland:
Talvez a escolha mais polêmica da minha lista, Tomorrowland é um filme raro. Em tempos de filmes apresentando futuros pós-apocalípticos, o longa apresenta uma ideia de futuro otimista. Okay, admito que o filme tem problemas. O roteiro deixa muita coisa pro terceiro ato, o ritmo por vezes desacelera demais. E sim, tem um tom muito inocente, Porém, devo dizer que poucas vezes vi uma produção Disney ter uma mensagem tão poderosa e impactante. O longa é uma grande reflexão sobre a natureza humana, com sua tendência de ver algo ruim e desistir. Inúmeros desastres ambientais vem a mente, mas curiosamente o filme não tem essa mensagem eco-chata que TANTOS documentários possuem. Tomorrowland é um filme que questiona: existe alguma maneira de consertar isso? Só por apresentar tantos conceitos interessantes e poderosos (resumido no monólogo do personagem de Hugh Laurie, desde já um dos melhores momentos do cinema de 2015) para audiências infantis, Tomorrowland me conquistou. Além dos personagens carismáticos, o visual belíssimo, que como a mensagem impactante, são característicos da filmografia de Brad Bird.




Vício Inerente:
Paul Thomas Anderson é um dos meus diretores favoritos, dirigiu meu filme favorito (Sangue Negro, corra pra locadora ou pro pirate bay), e é um dos autores mais interessantes da geração X. Vício Inerente não é seu melhor trabalho, mas ainda assim se configura como um dos melhores filmes do ano. Pois, adapta pras telas o texto de Thomas Pynchon (absurdamente rico em detalhes, e com um mistério tão intricado que por vezes o leitor tem que voltar até o início do livro pra reler uma passagem) e cria um dos cenários mais interessantes de sua filmografia. O filme acompanha Los Angeles no ano de 1970, no qual existia uma verdadeira guerra entre os ideias american way of life, e o movimento hippie. Representados brilhantemente entre os personagens de Joaquin Phoenix e Josh Brolin. Ambos detetives do mesmo caso, mas absurdamente diferentes (enquanto o 1o, é um hipponga que só anda de sandálias e permanece chapado o filme todo, o outro é um machão com corte de cabelo militar). O genial em Vício Inerente, é a constatação que enquanto existirem problemas como a guerra ou os assassinatos da Família Manson, qual é a diferença entre ser um hippie ou um reacionário? Tudo isso envolto em uma mística aura neo-noir, recheada de neon e (por vezes, suspeita) fumaça.





A Colina Escarlate:
Outra escolha polêmica da lista, porém devo dizer que neste caso os espectadores não compreenderam direito o que viram em tela.O novo filme de Guillermo Del Toro é um romance gótico, como Jane Eyre e A Queda da Casa de Usher. Que se propõe a investigar muito mais a morbidez da alma dos personagens, do que elementos sobrenaturais. A clássica fala "é dos vivos que devemos temer" se encaixa como uma luva para o gênero. Assim, o filme mostra com bastante paciência a mansão aristocrática (e assustadora), que por conta de seu passado quase parece ter vida. Por conta dessa homenagem ao gênero (além de referências a mestres como Mario Bava, Dario Argento, Roger Corman, Francis Ford Coppola), das atuações impecáveis, e o genial design de produção, A Colina Escarlate merece ser visto. É um dos melhores de Del Toro? Não. Tem problemas? Sim. Mas ainda assim, pense bem: quantos filmes recentes tem protagonistas femininas que vão e resolvem o problema, sem a ajuda de um homem?





Star Wars VII: O Despertar da Força (Star Wars VII: The Force Awakens)-Dirigido por J.J. Abrams: 9,5
Novo filme da saga Star Wars honra a trilogia clássica, apresenta novos personagens e faz a alegria dos fãs (me incluo nessa).

Beasts of No Nation-Dirigido por Cary Fukunaga: 8,5
Filme do diretor de True Detective é relato brutal sobre a perda de inocência.

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos Versão Estendida (The Hobbit: Battle of The Five Armies Extended Cut)-Dirigido por Peter Jackson: 9,0
Versão estendida da última parte da trilogia O Hobbit HUMILHA, ESMAGA, DESTRÓI a versão de cinema.

Nocaute (Southpaw)-Dirigido por Antoine Fuqua: 6,0
Filme de Antoine Fuqua tem grande e furiosa atuação de Jake Gyllenhall, mas tem roteiro recheado de clichês.

Life Itself-Dirigido por Steve James: 9,0
Documentário sobre Roger Ebert é emocionante e eficiente em mostrar o amor do crítico por cinema.

The Ridiculous Six- Dirigido por Frank Coracci: 2,0
Nada se salva no novo filme de Adam Sandler (por favor, parem de dar dinheiro a esse imbecil).

Corações de Ferro (Fury)-Dirigido por David Ayer: 7,0
Filme com pegada realista se sabota com clichês. Ridículos e pavorosos clichês

Whiplash-Dirigido por Damien Chazelle: 9,0
Guardem o nome desse diretor, não é qualquer um que quase faz o espectador suar frio por conta de um solo de bateria.

Foxcatcher-Dirigido por Benett Miller: 9,5
Mantendo a excelência vista em Capote (roteiro e direção de atores impecáveis), Benett Miller dirige um dos melhores dramas do ano, injustamente menosprezado no Oscar.

O Agente da Uncle-Dirigido por Guy Ritchie: 7,0
Se Guy Ritchie investisse 1% do trabalho que teve na direção de arte, trilha sonora, e fotografia no tolo roteiro, talvez nos importássemos um mínimo com os personagens e com a trama. 

Exôdo-Deuses e Reis (Exodus)-Dirigido por Ridley Scott: 8,0
Por mais que não exiba o mesmo talento visto nos anos 70 e 80 (cof, cof Alien e Blade Runner), Ridley Scott dá um banho (nenhuma piada com os mares se abrindo do filme, relaxa) em muito diretor pós 2000.

Sem Retorno (Self/Less)-Dirigido por Tarsem Singh: 5,0
Enquanto que ver Tarsem Singh e Ryan Reynolds fazerem mais uma bomba não surpreende ninguém, ver Ben Kingsley se entregando cada vez mais a filmes medíocres entristece profundamente qualquer cinéfilo que se preze.


A Teoria de Tudo (The Theory of Everything)-Dirigido por James Marsh: 6,0
Mesmo com um roteiro limitado, atuação emocionante de Eddie Redmayne e fotografia fazem valer o ingresso.

O Jogo da Imitação (The Imitation Game)-Dirigido por Morten Tyldum: 7,5
História magnífica e atuação de Benedict Cumberbatch, quase nos fazem esquecer de direção inexpressiva (digna de um filme rodado pra televisão).

Uma Noite no Museu 3 (Night at the Museum 3)-Dirigido por Shawn Levy: 5,5
Filme tolo divertido que não precisava de sequência nenhuma, ganha um terceiro exemplar que tem como único mérito trazer a última atuação do grande Robin Williams.

Kingsman-Serviço Secreto (Kingsman)-Dirigido por Matthew Vaughn: 9,5
Adaptação do quadrinho de Mark Millar, apresenta ação inteligente, personagens bem desenvolvidos, e uma bela homenagem aos filmes de espionagem.

O Exterminador do Futuro Gênesis (Terminator Genysis)-Dirigido por Alan Taylor: 4,0
Roteiro sem pé nem cabeça, e sequências de ação entediantes tornam este o pior filme da franquia Exterminador do Futuro. Sim, pior que o 3o e o 4o.

Jurassic World-Dirigido por Colin Trevorrow: 6,5
Produto assumido empolga, mas não sobrevive a uma análise do (fraco) roteiro.

Vingadores-A Era de Ultron (Avengers Age of Ultron)-Dirigido por Joss Whedon: 8,5
Seguindo a acertada fórmula do 1o filme, A Era de Ultron consegue ser um dos melhores filmes da Marvel.

Mad Max Estrada da Fúria (Mad Max-Fury Road)-Dirigido por George Miller: 10
WHAT A LOVELY MOVIE

Vício Inerente (Inherent Vice)-Dirigido por Paul Thomas Anderson: 9,0
Neo-noir apresenta roteiro complexo, atuações impecáveis, direção firme, e melhora a cada nova revisitada.

Divertida Mente (Inside Out)-Dirigido por Pete Docter: 8,5
Nova animação da Pixar, é hábil em mostrar de maneira criativa como funciona o aparelho psíquico.

Kung Fury-Dirigido por David Sandberg: 7,0
Divertido e bem produzido. Nada mais.

O Destino de Jupíter (Jupiter's Ascending)-Dirigido por Lana e Andy Wachowski: 6,0
Irmãos Wachowski mostram ainda ter muita criatividade, porém permanecem insistindo nos erros característicos de suas filmografias.

Caminho da Floresta (Into the Woods)-Dirigido por Rob Marshall: 6,0
Rob Marshall faz o que ele faz de melhor: visual impecável, músicas irritantes.

Birdman-Dirigido por Alejandro Gonzalez Inarritú: 10
Vencedor do Oscar de Melhor Filme, mostra perspectiva ácida da indústria do entretenimento, tem direção impecável e traz atuação brilhante de Michael Keaton.

Homem Formiga (Ant-Man)-Dirigido por Peyton Reed: 8,0
Ainda que sofra com o fantasma de Edgar Wright, novo filme da Marvel tem sequências de ação fantásticas, tem visual marcante e conta com atores competentes.

Chappie-Dirigido por Neil Blomkamp: 5,0
Neil Blomkamp comprova que sua estréia na direção (Distrito 9) foi sorte de principiante.

Sniper Americano (American Sniper)-Dirigido por Clint Eastwood: 8,0
Contando a história de um homem cego pela sua fé nos Estados Unidos, Clint Eastwood discute a Guerra do Iraque.

Bob Esponja-Um Herói Fora D'Água-Dirigido por Paul Tibbit e Mike Mitchell: 7,5
Mesmo não chegando aos pés do seu antecessor, sequência mata a saudade dos personagens da série animada da Nickelodeon.

O Que Fazemos nas Sombras (What We Do in The Shadows)-Dirigido por Jemaine Clement e Taika Waititi: 9,0
Mockumentary tira sarro de filmes de vampiros, conseguindo ser a melhor comédia do ano.

Tusk-A Transformação (Tusk)-Dirigido por Kevin Smith: 3,0
Kevin Smith esquece toda sua habilidade como roteirista, e faz o filme mais estúpido do ano.

O Predestinado (Predestination)-Dirigido por Peter e Michael Spierig : 8,5
Ficção-científica brinca e traz nova vida ao gênero de viagem no tempo.

Tomorrowland-Dirigido por Brad Bird: 8,5
Live-action da Disney traz elenco competente, visual criativo e mensagem poderosa. 

Relatos Selvagens (Relatos Salvajes)-Dirigido por Damian Szifron: 8,0
Mostrando a selvageria da classe média, filme argentino é excelente reflexão sobre instinto humano. 

Cinderela-Dirigido por Kenneth Brannagh: 7,0
Versão live action de desenho da Disney não fede nem cheira.

Boyhood-Dirigido por Richard Linklater: 10
Herdeiro legítimo da filmografia de Richard Linklater, filme é uma amalgama de juventude.

Quarteto Fantástico (Fantastic Four)-Dirigido por Josh Trank: 4,5
Péssimo roteiro, efeitos especiais medianos, personagens desinteressantes fazem desta adaptação pior que a lançada em 2005.

O Expresso do Amanhã (Snowpiercer)-Dirigido por Bong Joon-Ho: 8,0
Novo filme do diretor de O Hospedeiro, consegue entreter e ainda traz belíssima metáfora social.

Irmãos Desastre (The Skeleton Twins)-Dirigido por Craig Johnsson: 7,5
Filme indie pode não ter roteiro tão bem acabado, mas traz atuações magníficas de Kristen Wigg e Bill Hader.

O Homem Irracional (Irrational Man)-Dirigido por Woody Allen: 8,0
Woody Allen segue homenageando seus filmes favoritos (o da vez: Festim Diabólico), com longa inteligente e ácido.

Los Hermanos-Esse é Só o Começo do Fim da Nossa Vida-Dirigido por Maria Ribeiro: 6,5
Documentário não traz nada de novo, mas satisfaz os fãs da banda.

A Entrevista (The Interview)-Dirigido por Seth Rogen e Evan Goldberg: 7,5
Comédia pode não ser engraçada como Superbad ou Pineapple Express, mas diverte com seu retrato do ditador da Coréia do Norte.

A Colina Escarlate (Crimson Peak)-Dirigido por Guillermo Del Toro: 8,0
Del Toro homenageia o gênero gótico, com filme visualmente magnífico.

Canibais (The Green Inferno)-Dirigido por Eli Roth: 5,0
Misógino, violento, preconceituoso. Novo filme de Eli Roth é verdadeira tortura pra seres minimamente inteligentes,

007 Contra Spectre (Spectre)-Dirigido por Sam Mendes: 7,0
Longa mais fraco da franquia 007 com Daniel Craig, tem aspectos técnicos impecáveis mas é desnecessariamente longo e traz roteiro mal escrito.